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11:24 AM

Nós teremos no mínimo uma boa surpresa hoje nos cinemas de todo o Brasil.
Estréia hoje mais uma obra cimematográfica promissora em todas as salas brasileiras, "Licensa para casar" é mais um ótimo trabalho de comédia romântica com um elenco de peso:

Robin Williams (Reverendo Frank)
Mandy Moore (Sadie Jones)
John Krasinski (Ben Murphy)
Eric Christian Olsen (Carlisle)
Christine Taylor (Lindsey Jones)
DeRay Davis (Joel)
Peter Strauss (Sr. Jones)
Grace Zabriskie (Vovó Jones)
Roxanne Hart (Sra. Jones)
Mindy Kalling (Shelley)
Angela Kinsey (Judith)
Rachael Harris (Janine)
Brian Baumgartner (Jim)
Nicole Randall Johnson (Louise)



Sinopse:
Logo após o recente noivado, Ben Murphy (John Krasinski) e Sadie Jones (Mandy Moore) mal conseguem esperar para começar sua vida juntos e viver felizes para sempre. O problema é que a tradicional igreja da família de Sadie, St. Augustine's, é dirigida pelo Reverendo Frank (Robin Williams), que não vai abençoar a união de Ben e Sadie se eles não passarem pelo seu famoso curso de preparação de noivos, uma verdadeira prova de fogo. Composto de aulas ultrajantes, estranhas lições de casa e algumas inaceitáveis invasões de privacidade, o rigoroso programa do Reverendo Frank acaba por colocar o relacionamento de Ben e Sadie em perigo. Esqueça o "felizes para sempre"... será que eles sequer possuem os requisitos mais básicos para jurarem amor eterno em frente ao altar?

Para saber se eles possuem tais requisitos, assistam.




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11:21 AM



"Ele descobriu que o coração, é maior que o Universo"

Um famoso astrofísico de uma carreira invejável, professor nos E.U.A, é convidado para receber uma homenagem no Brasil.
Neste meio tempo ele descobre estar vítima de um tumor no cérebro.
AO pisar no Brasil, ele consegue depois de algum tempo descobrir sobre o passado de seus pais e como se conheceram, conhece também uma mulher que mudará sua vida.
Isso tudo faz com que ele viva uma experiência inesquecível sobre sua história, seu passado, sua vida!

Este filme vai te fazer rever e repensar sobre todos os seus conceitos.

O Maior amor do mundo



"Toda morte é inútil e toda vida vale a pena, mesmo que seja por um breve momento"

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11:26 AM



Campanhas promocionais massivas, teasers na internet, polêmicas com o elenco, expectativas quanto à saga literária, fãs enlouquecidos, verão de intensas estréias, blockbusters, flashs, pré-estréias, filmagens, locações, diretores, Warner Bros… e 150 milhões de dólares. Dizer que o quinto longa é mais sombrio é analisar mais o clima proposto do que a obra nela mesma, uma vez que Harry Potter é mais um produto e uma lenda que meramente um artigo cinematográfico.

Harry Potter e A Ordem da Fênix fecha um circo de continuações de grandes obras do cinema mundial em grande estilo e surpreende em diversos sentidos. Inicialmente, uma ‘estréia’ disfarçada de ‘pré-lançamento’ como estratégia de se apoderar de um dos recordes de maiores bilheterias da história, juntando a turma de Hogwarts a Piratas, Shrek, Star Wars e X-Men.

Toda a confusão que rondou os bastidores do quinto capítulo da saga de Potter chegaram ao fim no último dia 11 de julho em todo o mundo. A peça Equus, com Radcliffe, a quase desistência da saga por Watson e a incerteza quanto ao diretor David Yates não apresentaram qualquer sinal de relevância no produto final que se pode conferir.

O quinto filme de Harry Potter, baseado nas histórias de J.K. Rowling, traz à tona novos elementos de velhas histórias e novos personagens, velhos conhecidos dos principais personagens da saga. Na trama, Harry (Daniel Radcliffe) é atacado em uma rua de ‘trouxas’(não-bruxos) em plena luz do dia por dementadores (Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban) e ao usar mágica na frente de seu primo, longe do colégio, é incriminado por ‘negligência mágica’. Em sua defesa, aparece claramente a dualidade entre a dupla Potter e Dumbledore (Michael Gambon) que alerta a todos da volta de Voldemort (Ralph Fiennes) e o do Ministério da Magia, que nega as declarações visando manter a coesão popular.

O clímax da saga gira em torno do relativo controle que Voldemort exerce sobre Potter e a busca do mesmo por uma profecia que parece determinar o destino de ambos. A ponte entre os dois momentos, mais uma vez, é a vida escolar em Hogwarts, dessa vez mais interessante que nunca, não graças ao clássico Quadribol, mas a uma alta inquisidora (Dolores Umbridge, Imelda Stauton) que tira Dumbledore do poder de Hogwarts, demite professores e tortura alunos em seu ‘mandado’.

A grande façanha de Yates é justamente o que mais desagrada os fãs. A liberdade criativa para conduzir a adaptação do livro de Rowling é o ponto chave do sucesso da trama e a manutenção do estilo aplicado por Alfonso Cuaron no terceiro capítulo da saga garantiu ao filme dinamismo e coerência.

Detalhes simples, perdidos em tomadas, fazem com que a idéia do mundo mágico torne-se crível. Logo na abertura do longa, o ambiente londrino em que os personagens se encontram, com direito a vegetação ressecada e pichações em paredes dão um toque especial à representação proposta. As luzes noturnas de Londres sugerem sua contemporaneidade e os cartões postais da cidade formam um cenário real ainda não trabalhado em situações anteriores, excluindo-se a Plataforma, claro!

A inclusão de cenas inteiras que não existiam na realidade do livro compõem ganchos importantes para o desenvolvimento de A Ordem da Fênix e ajudam a tirar a idéia de todos os acontecimentos estarem ligados a Potter, ainda que seja o protagonista da história. Como em outras adaptações, apelar para o mais simples, direto e chocante foi mais interessante que perder tempo com explicações que não acrescentariam muito à trama, como no caso da morte de um dos personagens, inutilmente reclamada pelos fãs mais extremos.

A competente direção de Yates rendeu um ótimo fruto, recheado de comédia simples e eficiente, e personagens comedidamente detestáveis. O drama não se faz presente como nos capítulos anteriores, pelo contrário, é ironizado sempre que presente, de forma a ressaltar a evolução etária dos bruxos adolescentes. O quinto Harry Potter ainda promete um pouco de sustos e é eficaz na produção de situações tensas e inquietantes, especialmente ao clímax da história.

A trilha sonora e as direções de fotografia e efeitos visuais mais uma vez apresentam um espetáculo à parte, mas é com a edição de som e a direção de arte que podem render à saga uma vaga no Oscar 2008.

A falta de relevo acontece com a insinuação de romance entre os protagonistas da trama e o beijo de Harry e Cho Chang (Katie Leung), tão aguardado por alguns. No fim das contas, percebe-se que a passagem é mais interessante em literatura que em um filme onde a ação não deixa muito espaço para relacionamentos infantis. Destaque para a brilhante atuação de Imelda Stauton e à sensacional adaptação da personagem Luna, com Evanna Lynch (escolhida entre outras 15 mil garotas).

Garantia de comédia, tensão e aventura, mas recomendado para maiores de 12 anos.



“Mas e se a Umbridge descobrir?”

“Bem…”

“Ah! Quem liga? Estamos transgredindo as regras, é excitante! Vale a pena e…”

“Quem é você e o que fez com Hermione Granger?”

“Mas pelo menos teve um bom lado dessa história toda?”

“O quê?”

“A Cho não conseguiu tirar os olhos de você, não foi, Harry?”




Fonte: Cine Critica


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10:10 AM

Uma atuação brilhante, e um grandiosíssimo enredo. Isso resume o filme Os infiltrados (The departed) dirigido por Martin Scorsese.
O enredo é intrigante e perturbador do primeiro minuto ao desfecho. A história conta com três atores de peso nos papéis principais, são eles: Leonardo Di Caprio, Matt Damon, e Jack Nicholson além de outros integrantes secundários no elenco contando a história de agentes que se infiltraram em esquemas de corrupção para passar informações para a polícia, mas o que eles não imaginavam é que os criminosos também tinham um espião infiltrado na polícia.
O filme tem um final emocionante e uma estória impressionante!
Assistam!

-" Você acha que é um policial? NÃO! VOCÊ NÃO É!"



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9:09 AM

"Se você acha que é só uma impressão... Volte... E olhe e novo." - Deja Vu



Essa história intrigante foi protagonizada por nada mais nada menos que Denzel Washington, mas, antes que se diga qualquer coisa sobre o filme, é importante falar sobre este fenômeno.
Quem conhece ou já ouviu falar de Déjà vu? Creio que todos o conheçam pela experiência, mas nem todos pelo nome. Déjà vu, é aquela sensação estranha que temos de estarmos em um local desconhecido, ou vendo a uma situação inédita e termos aquela breve impressão de que já estivemos ou vivenciamos aquilo. O filme fala mais ou menos sobre isto.

"Doug Carlin (Denzel Washington) trabalha para a Agência do Tabaco, Álcool e Armas de Fogo. Chamado para recuperar provas após a explosão de uma bomba em uma balsa localizada em Nova Orleans,Carlin descobre que aquilo que a maioria das pessoas acredita estar apenas em sua mente é bem mais poderoso do que se imagina. Ele descobre então um meio de viajar no tempo,o que possibilita que evite que a explosão ocorra."

" - Se tivesse que contar a alguem a coisa mais importante do mundo, mas sabe que ela não acreditaria em você?
- Eu tentaria..."

O filme já está disponível em DvD, assistam! Vale cada minuto investido.


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11:36 AM




Amy Adams (”Ricky Bobby - A Toda Velocidade”) encontra-se em negociações para estrelar “Doubt“, adaptação cinematográfica de uma peça escrita por John Patrick Shanley, a qual, inclusive, ganhou o prêmio Pulitzer. No elenco, já estão as celebridades Meryl Streep (”O Diabo Veste Prada”) e Philip Seymour Hoffman (”Capote”).
O longa-metragem da Miramax Films será ambientado em 1964, época em que uma freira de uma escola católica acusa um padre de cometer pedofilia. Streep interpretará a responsável por fazer a denúncia, enquanto o outro citado será vivido por Seymour Hoffman. Adams, por sua vez, encarnará uma jovem freira que ficará no meio do tenso confronto entre os personagens principais.
Além de ter escrito a peça, John Patrick Shanley (”Ao Vivo de Badgá”) também está a cargo da direção e do roteiro do filme. Scott Rudin (”Mulheres Perfeitas”) é o produtor responsável pelo longa-metragem. Até o momento, ainda não foram atreladas mais personalidades ao elenco do projeto. De acordo com o The Hollywood Reporter, a produção de “Doubt” começará em dezembro, sem uma possível data de estréia divulgada. No momento, Amy Adams está vinculada a mais projetos cinematográficos, tais como “Charlie Wilson’s War”, que conta com a presença de Julia Roberts (”Closer - Perto Demais”) no elenco, e “Sunshine Cleaning”, no qual contracenará com Emily Blunt (”O Diabo Veste Prada”).

Fonte: Brasil CONTRA A PEDOFILIA!



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12:23 PM

Estive longe por um tempo, mas agora estou de volta e à medida do possível estarei falando com vocês. e eu acho que mediante a tantos escândalos eu só poderia falar sobre o tema mais falado no momento: CORRUPÇÃO em todas as instituições do Brasil sejam elas públicas ou privadas. Muitos de nós nos perguntamos: "Que crise moral é essa?" e até pensamos se vale a pena continuar em um caminho de retidão e honestidade depois de termos tantos péssimos exemplos nas mais altas cúpulas de poder, pessoas essas que deveriam ser exemplos de trabalho árduo e sério para o povo brasileiro.
Mas vêm em minha cabeça certas afirmações que me deixam mais tranquilo e otimista e eu "particularmente" acho que deveriam ser levadas todas em conta. A primeira: É que o Brasil está passando sim por um processo de renovação política e econômica e que por essa renovação todos os representantes eleitos pelo povo estão lutando sim por uma limpeza extremamente necessária na casa que estava uma bagunça não é mesmo?
A segunda: É que o Brasil está começando a funcionar e junto com essa nova realidade, a fiscalização à crimes de corrupção está aumentando e logicamente, o número de culpados também.
Creio que nós, povo, população brasileira temos que agir junto com essa nova realidade no intuito de cobrar das cúpulas de justiça brasileiras, para que toda essa luta não fique em vão através da impunidade. O Brasil é do tamanho dos nossos sonhos, e tão poderoso e forte quanto nossa vontade de crescer e vencer.e fazer do nosso grande país uma "mãe gentil" e acolhedora de todos os seus filhos.
Agradeço a atenção de vocês.
Obrigado!


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4:17 PM

[Homem-Aranha 3] O Retorno

Fracture é um daqueles filmes que são como acertos na loteria: um bom roteiro, elenco seguro, equipe técnica discreta e um ótimo trailer para sua publicidade. A história de um inteligente ricaço da terceira idade que mata sua mulher a sangue frio e embosca seus acusadores para armar sua defesa quase incontestável é trabalhada cautelosamente, sem pressa, deixando a audiência suspirar compassadamente.

Ted Crawford (Anthony Hopkins) descobre que sua mulher tem um caso com um chefe de polícia e bola um crime perfeito. Enquanto isso, Willy Beachun (Ryan Gosling) é um promotor em ascensão que é desafiado pelo mesmo a resolver um último caso antes de mudar de companhia, sendo, o mesmo, invicto em audiências.

Com atuações boas, incluindo Hopkins, com um personagem totalmente carismático que não experimentava desde Hannibal, e a direção quase invisível de Gregory Hoblit, Um Crime de Mestre, ganhou força unicamente por seu roteiro simples e sem firulas de Daniel Pyne (Autor de livro homônimo), fracassando, apenas, em sua direção de som que não foge ao absoluto trivial.

Com apenas cinco tiros foi possível criar um filme de violência inquestionável mas que não desagrada aos mais sensíveis e envolve a audiência pacientemente, durante quase duas horas de projeção. Pontos a mais são contados para o marketing que envolve a trama, que inclui desde o seu instigante trailer, até o slogan ¿Eu matei minha mulher, agora prove!¿ que retrata absolutamente a ironia debochada da estrela do filme, que, no caso, é o vilão. Diversão fácil, descompromissada e acessível.

Decoração? O que os outros acionistas júnior têm?


Hum Sei E qual a diferença entre o inglês e o italiano?


Sim, eu sei que são dois países diferentes!



Ei! Que estilo você acha que é esse escritório?

Maníaco Homicida?!







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12:33 PM

Perigo nas Orelhas

Ouvir música com fones de ouvido traz riscos à audição. Saiba quais são eles e previna-se

Quanto menor o fone, maior o perigo
Cruzar com pessoas com fone de ouvido na rua, no ônibus, no metrô se tornou algo tão comum que até já nos acostumamos a cutucá-las ou falar mais alto quando queremos chamar sua atenção. Há até aqueles que ousam ouvir música durante uma aula desinteressante ou que alegam que o som ajuda a se concentrar durante o trabalho. A bateria de longa duração dos mp3 players, a grande capacidade de armazenamento de arquivos digitais e o tamanho prático sem dúvida contribuíram para que estes aparelhinhos se tornassem mais populares do que os walkman e discman foram há algum tempo.

Só que o hábito de escutar música com fones de ouvido pode trazer alguns problemas irreversíveis à audição, principalmente se o fone for pequeno, daqueles que entram direto na orelha, como explica a fonoaudióloga da Unifesp, Talita Borelli: "Com os fones pequenos, o som entra sem dispersões no meato, que é o canal que leva até o tímpano. Chegando lá, passa para o ouvido médio, onde há três ossículos que ampliam o som e o levam para a orelha interna. É ela que transforma o impulso sonoro em impulso elétrico e o manda para o cérebro. Se, durante este trajeto, alguma célula sensorial morrer, o transporte dos impulsos será prejudicado e a pessoa vai, aos poucos, perdendo a audição."

Valdir: fone em qualquer ocasião
Além dos fones pequenos, o volume alto e o grande tempo de exposição ao som são outros vilões da audição. Valdir Franco, 18 anos, conta porque prefere os fones às caixas de som: "O áudio fica mais claro, mais alto, não tem interferências externas, dá pra relaxar. Às vezes, ouço tão alto que nem escuto o que acontece lá fora", diz ele. Ou seja, além de prejudicar os ouvidos, os fones também prejudicam a vida social, empacam uma paquera no metrô ou ônibus, já que o fone na orelha é um sinal claro de "não quero ser incomodado".

Os fones grandes são menos prejudiciais porque bloqueiam melhor os sons ambientes, assim, não é preciso manter o volume da música muito alto. Mas, se simplesmente trocar o tipo de fone já reduziria danos, porque os menores ainda são os preferidos? Porque são eles que acompanham os mp3 players e muita gente acha brega aquele modelo maior, que recobre a orelha inteira e lembra uma tiara.

Não há um tempo específico para se notar a perda de audição, já que ela depende da frequência da exposição, do volume e do tipo de fone: "Normalmente, por causa de fones de ouvido se perde primeiro a sensibilidade aos agudos, depois aos graves", explica a fonoaudióloga. O mais comum é a perda temporária da audição, que se caracteriza por um zunido no ouvido, mas volta ao normal depois de aproximadamente 24 horas. "Qualquer pessoa que freqüente lugares barulhentos, como uma balada, está sujeito a isso, mas quem se expõe a esses ruídos diariamente uma hora será irreversivelmente prejudicado", explica.

Fone grande: o ideal
Algumas pessoas exageram tanto no volume que até quem está longe consegue ouvir a música. Valdir acha que não incomoda ninguém, mas confessa que escuta alto e, às vezes, até se empolga: "Eu ouço música eletrônica e rock alternativo, de vez em quando eu canto ou até danço sem perceber!", confessa ele, que usa fones em casa, na rua e no ônibus.

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela Associação Americana para Fala, Linguagem e Audição (Asha, na sigla em inglês) revelou que 51% dos 301 adolescentes ouvidos já experimentaram algum sintoma de perda de audição. Os principais são aumentar o volume do rádio ou TV, dizer o quê? ou ahn? durante conversas normais e escutar os famosos zumbidos e campainhas.

Se você já percebeu algum desses sintomas, procure um otorrinolaringologista. Ele vai te encaminhar para um fonoaudiólogo, que faz a avaliação da perda auditiva. O dano é irreversível, portanto, siga as dicas para evitar problemas:


DICAS

¿ Prefira os fones de ouvido grandes, que recobrem a orelha.
¿ Nunca ouça no volume máximo.
¿ Não aumente para encobrir sons ambientes. Se estiver num lugar barulhento, simplesmente desligue a música.
¿ Controle o tempo que fica com o fone. No caminho de casa para a escola ou trabalho, está bom.
¿ Para ouvir música em casa, dê preferência às caixas de som.

Fonte: IG Jovem


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9:34 AM

Uma notícia interessante:

Após anos de estudos, cientistas descobrem que chocolate amargo é mais excitante do que beijo na boca.

Pois é, cientistas fizeram testes com diversos casais e através destes estudos, eles chegaram à conclusão de que os casais pesquisados tiveram sua libido mais ativa quando comeram chocolate amargo do que com o próprio beijo na boca.
Está aí mais um artifício cientificamente comprovado para os casais.


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9:04 AM




Meses de espera e milhões de teasers na internet e o absurdo recorde orçamentário de 300 milhões de dólares depois, finalmente nos é apresentado o Emo-Aranha, ou melhor, Homem-Aranha 3, consagrado pelos mais fiéis à saga do aracnídeo. Na verdade, é difícil fazer um resumo prático da história proposta pelo roteiro de Alvin Sargent para a terceira aventura de Peter Parker (Tobey Maguire).

É mais ou menos o seguinte: Harry-Doende-Osborn (James Franco) ataca o Homem-Aranha sedento por vingança da morte de seu pai, o separa de sua amada Mary Jane (Kirsten Dunst), justo quando ele ia pedi-la em casamento, ao mesmo tempo em que o assassino de seu tio foge da prisão e tenta mata-lo e, ainda, todos observam transformações bizarras de uma substância vinda do espaço quando em contato com seus ¿hospedeiros¿ (que inclui o Aranha). É¿ Cansou!? Pois bem, muitos também o fizeram¿

O excesso de personagens e histórias acabou por desmerecer muito do drama semi-adulto que ronda as histórias de Peter Parker, além de alguns personagens (J. Jameson tem seu papel reduzido a míseras linhas e sua secretária causa mais lembranças no público do que o mesmo). Os imensos 140 minutos de projeção não foram suficientes para um bom desenvolvimento de todas as idéias da trama (problema já enfrentado por X-Men 3, em um nível ainda mais preocupante).

O que transparece é que o Universo Marvel é tão extenso que querem fazer tudo o mais rápido possível. Meses a frente, poderemos ver o Surfista Prateado como convidado mais que especial no segundo longa do Quarteto Fantástico, unindo dois mundos que ainda nem começaram a ser devidamente trabalhados junto ao público!

Espetáculo visual à parte, Homem-Aranha abusa das cenas de ação intermináveis, com projeções que chegam próximas aos quinze minutos e contando com quedas infinitas (que parecem ser de 300 andares) para apresentar aos telespectadores o maior primor de efeitos especiais da atualidade. É isso ou por pura falta de consistência de roteiro. Som e edição muito seguros, contando inclusive com uma variação do clássico tema do ¿homem-aranha¿ do século passado.

No terceiro episódio da saga, deixamos de lado o caráter mais realista que se tentou empregar no personagem e contemplamos uma história em quadrinhos que não deixa a desejar ao recente 300. Conseguimos observar, dessa vez, um maior número de recortes de croma, além de falhas de roteiro (como um medalhão que parece funcionar como um GPS do Homem-Areia(Thomas Haden Church)!). Ainda assim, nada tira o charme que envolveu toda a produção de Sam Raimi.

Nascido já para se tornar sucesso de bilheteria, o Homem-Aranha 3 supera seu anterior, mas deixa a desejar no quesito evolução quanto à primeira obra, diferente de seu irmão X-Men: O Confronto Final, do qual também claramente absorve a metodologia de se fazer abertura/letreiros. Contudo, o ¿uau¿ que envolveu a primeira produção atrapalha o terceiro filme, que lida com altas espectativas e diversos litros de lágrimas.

Engraçado, bem produzido, visualmente saboroso, o Homem-Aranha 3 supera a linha de espectadores em que se enquadram apenas os fãs e promete diversão para todos os públicos. Diversão, não admiração ou excitação extrema como as grandes produções da Marvel já citadas. Elemento para assistir com a imaginação aberta e a tolerância em ponto morto para os clichês americanos, assim, funciona mais que o que é apresentado naturalmente. Obs. O título ¿emo-aranha¿ é uma surpresa que só quem assistiu entende, resultado de gargalhadas maldosas durante a exibição do longa. Boa sessão!


"Você é um ladrão! E pode até ter matado um homem!

Não foi assim que aconteceu! É a verdade!

A única verdade que eu conheço é uma verdade maior que está naquele quarto, sem saúde e que espera o pai bandido!"


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4:22 PM

Número 23 - Trailer




Há exatamente um mês estreava em todas as telas de cinema do mundo um filme que provavelmente mudaria a forma de olharmos para Jim Carrey. Ao invés de vermos um pateta engraçado e muito criativo, veríamos um paranóico, um maníaco que ficou afixionado por um número em especial: 23.

Número 23 é um filme que conta com envolvidos longe de suas especialidades, talvez por isso, com um novo olhar, o resultado tenha sido tão inusitado. Joel Schumacher, diretor de O Fantasma da Ópera, se junta a Jim Carrey, ator por definição e comediante por tradição. O resultado é uma trama bem elaborada com obsessão, dúvidas e primor visual.
Walter Sparrow (Carrey) trabalha em um centro de controle animal e sua obsessão começa no dia de seu aniversário. Após entrar em contato com um livro, dado por sua esposa, que trata da narrativa de um sujeito alucinado pelo número 23 e suas diversas combinações em datas, nomes e disposições visuais. A coincidência com seu passado o incomoda, a ponto de se sentir atormentado pelas semelhanças apresentadas e começar a ter alucinações.
A trama é simples, conta com uma dose de humor discreta e cria um clima tenebroso de dúvidas e mania de perseguição que dá coerência às ações de seus personagens. Boas atuações, nada extraordinário, mas uma excelente fotografia, com direito a superexposição de luz e saturação de cores durante os devaneios do personagem principal.
Além disso, merecem destaque a trilha do longa, bem como a simples e coerente abertura que o precede. O filme, em si, não é terror, como muitos que conferem o trailler oficial podem pensar, mas um suspense bem escrito e dirigido, que não chega a promover grandes sustos, mas oferece boas doses de angústia.
O extraordinário do filme não fica por conta das atuações ou de seu inusitado final, mas no fato em que a audiência é mergulhada em um ambiente que a leva a parte da paranóia que Sparrow vive. Com um pouco de atenção é possível ver todas as referências possíveis ao número 23 que se escondem nos detalhes, desde números de ruas, apartamentos, telefones, placas de carro até o nome dos personagens. Não recomendado para pessoas facilmente impressionáveis e susceptíveis à loucura.
"Do que você está falando? O descuido foi meu. Eu expus meu braço a um animal irracional, ele não tem nada com isso. Foi idiotice, da mesma forma quando deixei minha esposa escolher a cor das paredes de nossa casa Não, não que eu esteja dizendo que minha mulher é irracional Quero dizer"


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3:42 PM

The pursuit of Happyness "Em busca da felicidade" estreou em dezembro em todas as telas de cinema dos E.U.A, e rendeu mais de 600 milhoes de dólares à Sony e todos os demais detentores dos direitos do filme. Qual a razão de tanto sucesso? Junte um grande roteiro, uma ótima direção e atores de peso. Pronto, está aí a razão. O filme reuniu vários atores de grande talento entre eles Will Smith que trouxe consigo seu filho Jaden Smith. Will interpreta o papel de Chris Gardner, e ao contrário do que muitos pensarem, ele não está neste filme para trazer ação mas sim melancolia, paixão, coragem entre tantos outros sentimentos que afloram em nossos corações ao assistirmos este filme.
Na história, Cris Gardner é um ótimo pai de família, caseiro, apaixonado pelo filho mas não tem sorte em sua vida profissional apesar de ser um vendedor nato. Sobrevive através dos "bicos" empregos informais que podem até auxiliar na alimentação mas não é o suficiente. Ele acaba sendo abandonado pela mulher e despejado do apartamento aonde morava e passa a enfrentar as situações mais adversas com o filho chegando literalmente à sarjeta. Este filme estreou no Brasil em fevereiro.

"Por que quando eu tirava um 'A' em um teste de história ou qualquer outro teste, eu tinha todos aqueles bons sentimentos de tudo que eu poderia ser. E então eu nunca me tornei nenhuma delas..."



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3:18 PM

"O mundo nunca mais parecerá o mesmo uma vez que você o viu através dos olhos de Forrest Gump.



Hoje eu trouxe um pouco de nostalgia para o blog. Ao invés de apresentar-lhes uma novidade, eu vos lembrarei do maior drama já produzido na história do cinema. Eu estou falando de: Forrest Gump - O contador de histórias.. Este filme relata o instante em que um rapaz chamado Forrest (Tom Hanks) está à espera de um ônibus durante sua visita à casa de sua namorada, enquando espera, ele traça um paralelo entre sua própria vida e a história recente dos E.U.A para todos os passageiros que se sentam no banco do ponto de ônibus. Espero que todos gostem.


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10:30 AM

Eu resolvi. colocar aqui hoje essa charge para que possamos descontrair um pouco. É uma sátira ao personagem do Rei Xerxes no filme "300".
Espero que vocês gostem.

Click Aqui


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*Esse layout é uma criação exclusiva de Bruno Maximus*